Ao retornar, sentiu todo o amor, toda a ansiedade que lhe aguardava. Presenciei o reencontro, como se estivéra fora do corpo, e de um outro plano eu vi nosso abraço, como se flutuando, beijei com amor, sua testa, seu nariz, sua orelha, sua face, seu queixo, toquei-lhe os lábio e a lágrima rolou, o sorriso apareceu e a força e velocidade cardíaca após o ápice, foi minorando, como o medo de que não voltasse, como o medo do esquecimento, como a atormentante dúvida de amar sozinho. Foi pouco tempo, mas o bastante para elucidar meu coração temeroso, sanar-lhe as dúvidas e evidenciar o que somos um para o outro, o quanto nos queremos, e provar mais uma vez, que o amor pode tudo e só não resiste, se não existe.
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